sábado, 26 de dezembro de 2009

J

E as nossas memórias? Os bons tempos, as horas em que tudo a minha volta torna-se o cenário daquilo que me lembro que passei a teu lado, o desejo de te querer perto de mim quando me sinto sozinha e não sei agir, as chamadas, a camisola, a dor que aperta quando as lágrimas me caiem pela cara apenas pelas saudades que sinto tuas, a música que me trás todos os momentos de volta.

*I don't want this moment to ever end
Where everything's nothing without you
I'll wait here forever just to, to see you smile
'Cause it's true, I am nothing without you


Through it all, I made my mistakes
I stumble and fall, but I mean these words

I want you to know
With everything I won't let this go, these words are my heart and soul
I'll hold on to this moment you know, 'cause I'll bleed my heart out to show
That I won't let go

Thoughts read unspoken, forever in doubt
Pieces of memories fall to the ground
I know what I didn't have so, I won't let this go
'Cause it's true, I am nothing without you

All the streets where I walked alone, with nowhere to go
have come to an end

I want you to know
With everything I won't let this go, these words are my heart and soul
I'll hold on to this moment you know, 'cause I'll bleed my heart out to show
And I won't let go

In front of your eyes, it falls from the skies
When you don't know what you're looking to find
In front of your eyes, it falls from the skies
When you just never know what you will find (what you will find)

I don't want this moment to ever end
Where everything's nothing without you

I want you to know
With everything I won't let this go, these words are my heart and soul
I'll hold on to this moment you know, 'cause I'll bleed my heart out to show
that I won't let go (I want you to know)
With everything I won't let this go, these words are my soul
I'll hold on to this moment you know, 'cause I'll bleed my heart out to show
that I won't let go*


Ainda te consigo ouvir a cantar isto. Já fez sentido, para mim ainda continua a fazer. Sempre que a oiço, acredita, não dá para contar as lágrimas, é impossível conter.
Fazes-me tanta falta e tenho tanto medo de te perder no caminho...

muito para aprender

Aprendemos e baseamos-nos naquilo que a vida mostra e nos dá. Aprendemos com quem nos rodeia, com quem nos corrige, com o que vemos, com o passado e com o presente.
Não sei quais são as razões, mas deixaste-me a pensar. Em milhões de coisas que me falaste, milhões de avisos que me fizeste. Eu olho em minha volta e só penso "já é difícil, mais tarde como vai ser...". A mentalidade que ganharei mais tarde vai-me fazer pensar no passado e vai-me ajudar a agir no futuro.
Os erros todos nós cometemos, mas por vezes existem erros desnecessários, não? Por mais que as pessoas saibam, erram. Há diferenças, e muitas vezes não sabemos medir as palavras que dizemos.
Agora não sei o que quero seguir na minha vida, mas irei chegar a um determinado ponto que aí vou ter que escolher o meu caminho e sozinha.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Vieste e eliminaste as memórias que eu queria apagar.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

medo de perder um tesouro tão grande como tu, não me deixes.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Vezes sem conta, dou por mim sozinha. Adoro ficar assim, sem ninguém à minha volta, a perguntar o mesmo de sempre, típico de quem não se preocupa e só quer saber por cusquice: "o que tens?". Ultimamente, procuro encontrar uma razão para que me sinta assim tão sozinha. Sim, porque me sinto assim? Tenho comigo quem me faz feliz, tenho comigo quem me quer bem e me anima sempre que as lágrimas caiem. Sim, também tenho comigo quem me faz rebentar, quem está lá para puxar o último fiozinho para partir a loiça toda... Tenho andado a fartar-me de tudo. As vozes na minha cabeça com perguntas sem resposta são cada vez mais.
Não páro de pensar no dia em que conseguirei fazer tudo o que eu acho ser um sonho, algo que gostaria de realizar, mas que não acredito que se vai suceder, algo incrível como abraçar o céu.

domingo, 6 de dezembro de 2009

rute n.

Por mais pessoas que venhamos a conhecer, essas nunca vão substituir aquelas que ocuparam o nosso coração e que por algum motivo nos fizeram felizes. Mesmo que se tornem muito especiais, não há força que nos faça pensar que as pessoas são todas iguais. Podem-nos lembrar alguém, mas quando o tempo pára, e a nossa cabeça volta atrás, relembra os momentos que passamos, é aí que percebemos que a felicidade que partilhamos com cada pessoa é sempre diferente, porque as pessoas não são iguais.
Por mais pessoas que me oiçam agora, enquanto estou mal, por mais pessoas que passem os intervalos comigo e que me façam rir, vai ser sempre de ti que me vou lembrar quando preciso de desabafar. Vontade de te ligar a chorar e contar-te tudo. Ver-te, abraçar-te e sentir a força que sempre me transmitiste.
Podes estar a meu lado, mas às vezes sinto saudades nossas.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

miss you

Não sei bem o que torna isto tudo tão incompleto, sinto um vazio.
Sinto tanto a falta das piadas malucas sem piada que me diziam e eu desmanchava-me a rir, tenho saudades de ser feliz, tenho saudades de quando os problemas era um zero à esquerda, de quando os problemas não existiam. Agora pode tudo parecer bem, daqui a nada nasce uma desilusão e, para variar, o prato parte-se e as lágrimas caiem. Adoro chorar, por mais estúpido que isso seja. Não sou de esconder as minhas lágrimas, porque tenho orgulho em chorar. Mas já me fartei de chorar, por mais vontade que tenha, por mais vezes que chore. Quero um sorriso. Aquele sorriso que eu tinha de quando tu estavas lá para me fazer rir, tiago.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

grandes mudanças.

Os dias passam e as coisas vão mudando, um tempo depois, talvez tarde de mais, é que nos apercebemos de todas as mudanças, de todas as alterações na nossa vida. O que vivíamos e o que vivemos agora, o que gostávamos e o que gostamos agora, do que nos riamos e do que nos rimos agora, do sentimento que sentimos e daquilo que já não sentimos. A mudança estraga as pessoas, por vezes... Tu és uma dessas pessoas. Se eu pudesse fazer-te ver o quanto tu mudaste para pior, seria extraordinário. Mas é impossível... Queres continuar a ter orgulho nos teus amigos só por terem 15 ou mais anos... Por serem populares e usarem roupa de marca, epá ... Não dá, MESMO! Cometi um erro, e tu? No passado? Como é? Só tu é que importas? Sabes que mais? Tenho saudades da rapariga que conheci no inicio do meu 7º ano.
São grandes as mudanças e eu não consigo viver com elas, mas mesmo assim, já gastei tempo de mais a pensar na nossa amizade, naquilo que era e que se perdeu, mas eu juro-te, apesar disto tudo, não gosto de perder amizades e a tua era uma delas, acredites tu ou não.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

minha cáti


A distância separou-nos, mais uma vez, apesar de semana a semana dizermos um olá, mantemos o contacto, mas mesmo assim... Sabes como isto está. Há sempre algo que nos leva a ficar distantes como estávamos. Mas as coisas nunca mudam, podemos pensar que sim, mas não. Eu nunca vou perder a confiança que tenho em ti, o orgulho que tenho em conhecer-te, eu nunca vou ter vergonha de chorar ao ler os teus textos, eu nunca vou perder a paixão pelo teu sorriso, eu nunca vou seguir a vida sem deixar de me dar contigo, porque vai haver sempre aquela coisa especial que me vai impedir disso.
Podes perguntar a ti mesma porque estou a escrever isto, mas sabes? Li mais um dos teus grandes textos, sim uma das bastantes coisas que adoro em ti, o teu dom da escrita, mesmo tu dizendo que ele não existe, e ao ler mais um deles, apercebi-me que tens estado muito mal e que eu não tenho estado presente. Desculpa por isso. Mesmo que haja distância entre nós, isso não impede de te apoiar quando estiveres mal, por isso, mais uma vez, perdoa-me. Sei que não gostas que te vejam a chorar, nem que te vejam mal, mas não tenhas medo de chorar ao pé de mim e mostrar as tuas lágrimas. Se for preciso eu choro contigo, mesmo que seja por motivos diferentes, porque, mesmo que isso seja difícil para ti, para mim nunca será, as lágrimas fazem parte dos meus dia-a-dias, não há que ter vergonha de mostrar que temos sentimentos e que vivemos a vida, que cometemos erros, porque tudo isso é humano, e todos nós o somos.
"Eu cubro-te da chuva deste inverno", sempre que precisares, amo-te.

labirinto


Perdi-mee !



quinta-feira, 19 de novembro de 2009

desculpa

lixado é quando penso que tenho a razão comigo, e em poucos segundos perco-a graças aos meus erros que poderiam ser evitados; pq é que não podemos aprender de outra maneira, tem mesmo de ser com os erros?

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

palavras para que?


o castanho - faz lembrar a areia de um mundo desconhecido, um deserto sem fim, algo perdido.
o azul - faz lembrar o mar com abundante profundidade, é um enigma, qual será a sua idade;
o verde - faz lembrar o que se faz realçar, a natureza bonita, a que sabe bem de respirar.
Os olhos dizem muito, somos capazes de nos expressar a partir deles, sem preciso falar. Mas, para além de funções, eles têm definições e cada pessoa, define-os como vê.

domingo, 8 de novembro de 2009

summer

o meu verão começou a 1 de agosto e acabou a 2 de setembro, tenho saudades.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

goodbye

"Since I woke up today, up today
I look at your photograph all the time
These memories come back to life
And I don't mind

(...)

I woke up this morning

And played our song
And through my tears I sing along
I picked up the phone and then put it down
Cause I know I'm wasting my time
And I don't mind


But the one thing I wish I'd forget
The memory I wanna forget
Is goodbye"

domingo, 1 de novembro de 2009

iap

Desculpa pelas vezes que estou e tenho estado ausente. Desculpa as mil e uma vezes que disse que não podia ter uma conversa grande como tantas que já tivemos ao telemóvel. Desculpa por ser algo que não mereces. Desculpa os erros que cometo contigo. Desculpa pelas vezes que te fiz sentir mal, ou sozinha. Desculpa por muita coisa que fiz mal e não me apercebi no momento. Obrigada por todos os telefonemas em que me fizeste rir que para mim, valem muito mas muito mesmo. Eu amo-te, minha pequenina :$

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

b

ballet, será?

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

t

Acho que me perdia e esquecia de tudo com tanta gargalhada, com as parvoíces que fazias e as tuas caras, o teu talento de cantar o "ai lelo" na guitarra do joão e o meu dom de te por a rir de boca aberta com a história de como dar barras dando o mail.
Eu tenho tantas saudades de me rir contigo. Tenho tantas saudades de te chatear, abanar-te e dizer "ACORDA", de gozar contigo quando estás super mole. E os nossos telefonemas fofinhos? Tu a cantares lady gaga e eu a imaginar-te a fazer o video clip na piscina da música sensual poker face, ahah. Não, mas deixando de tentar evitar cenas lamechas, não sabes o quanto sinto a tua falta. Sei que se tu estivesses ao pé de mim, como sempre acontecia, eu ia esquecer os problemas de tanto rir contigo, das tuas maravilhosas palhaçadas e cantorias, de falar por código e de te contar as minhas cenas tristes e as minhas piadas sem piada nenhuma (-.-), de te "estragar" o deslize na piscina, de te mandar água, de ir dar voltas contigo enquanto jogávamos às escondidas, de TENTAR jogar ao jogo do sério e nunca conseguir, de te ver a correr em pézinhos de lã para não fazer barulho, AHAH, de passar pelas janelas e ver homens sem camisola a lavar a loiça que a cláudia achava alta sensualidade. Enfim, as mil e uma coisas que fazia contigo (ou que te via a fazer) e que me divertiam imenso, fazem-me muita falta. E acredita, que sempre que estou mal, é em ti e no teu jeitão que tens para me fazer rir que penso, titizão. Gosto muito de ti, porque és alteee fofix, ahah :)
I thought you said it was easy
Listening to your heart
I thought you said I'd be okay
So why am I breaking apart
Don't Wanna be torn

pensar negativo sobre o dia-a-dia

As crianças e adolescentes que se acham adultas e já percebem tudo da vida. Eu que, também, acho que já sinto aquilo que é realmente verdadeiro e que já passei por algo que custa imenso e é um dos grandes obstáculos na vida, aqueles que sentimos que vamos cair e que nada nem ninguém nos vai aparar a queda. Eu sei que, apesar de às vezes pensar isto, tenho muito que aprender e que há muitos mais obstáculos pela vida fora... Mas já me senti tão mal com os meus problemas que já disse para mim que não tinha forças para muito mais. Eu sei que dizendo isto parece, no mínimo, uma infantilidade, mas era o que eu sentia no momento. E há coisas que só sabemos o que realmente custa, quando passamos a vivê-las, quando as sentimos na nossa pele...
A verdade é que muitas pessoas já sabem muito da vida, e são novas para isso... Mas o muito que todos temos para aprender, é um numero infinito. E ninguém vai morrer com TUDO da vida num único cérebro.
Todos temos um problema, mas todos mesmo, não há excepção. Às vezes não damos valor àquilo que temos e que realmente está acima de tudo. Essas coisas estão tão ao nosso alcance e tão perto de nós, que a nossa inteligência não leva a vê-las. E o mais triste é que só percebemos que elas são importantes quando o tempo acabara, o numero de oportunidades esgota e não há solução para isso.
Ninguém sabe aproveitar cada momento, há sempre o medo de sofrer. E como é que podemos viver tudo sem ter medo? Se há coisas que nos afectam e que nos levam à loucura? Coisas que não se esquecem e erros que cometemos e não queremos voltar a cometer de novo? E quando temos a oportunidade de repetir, não o fazemos, porque já correu mal, e dessa vez será que ía correr bem? São perguntas às quais não há resposta. Não há ninguém que tenha a resposta... É difícil viver a vida sem o livro das indicações certas para percorrer um caminho que nos leva à nossa felicidade.
O dia de amanhã é uma incógnita, mas cada vez temos mais medo dele. As desgraças são tantas que deixamos de acreditar nos nossos sonhos e a frase "são sonhos, não passam disso" começa a fazer todo o sentido.
E quando encontramos o que realmente queremos e vem um problema para estragar tudo? Aquilo que sempre procurámos? Que sempre esperámos?
A vida às vezes parece imperfeita de mais para ser vivida, porque AGORA, na maior parte das coisas, a vida não me agrada.
Odeio sentir-me perdida, por mais que queira encontrar o caminho da razão, não o encontro. Será que sou eu que não vejo um palmo à frente? Será que sou ingénua? Será que dou demasiada importância aos problemas? Tenho tudo para viver e não o vivo? Tenho a solução à minha frente e não a vejo? Odeio recordar-me daquilo que passei, detesto ver-te todos os dias da semana, odeio passar por ti, odeio pisar o mesmo chão que tu, odeio sentir-te, odeio ver-te, odeio receber mensagens tuas e odeio ouvir falar de ti. Não sei porque, mas odeio-te... Já nem respirar o ar que tu respiras, consigo. Habituei-me que não posso nem amiga tua ser... e assim vai ser, até ao final do fim, até ao sempre que nunca acaba. De ti, quero distância, DE TI, não quero nada e um ponto final. A vida continua, e há que lutar pela felicidade.

domingo, 4 de outubro de 2009

Vives sem saber que ainda tenho saudades tuas
Tudo aquilo que sonhei
Tudo aquilo que vivi
Nada serve de nada
Se não te tiver a ti
Eu continuo aqui
Sentado à tua espera
Lembrando os nossos tempos
Relembrando como era.

obrigada ao tudo o que és.

sábado, 3 de outubro de 2009

só porque já não escrevia um à muito tempo

Podes achar que tenho poucas coisas para te agradecer ou retribuir, eu acho que não… Demorava horas a agradecer-te por muita coisa, mas para ser mais fácil e resumido: obrigada por esta amizade. Quero aturar muitas vezes as grandes palhaçadas que fazes, como aquelas do «CATARINAAAA!» e começares a correr em câmara lenta no meio da sala da Cati. Gosto muito de fingir que te estou a ignorar no meio da rua, quando falas comigo e que digas 1000 vezes «opa, ouve-meee». És das pessoas que me faz rir mais, é uma das razões pela qual te tornas especial, és uma palhacinha, mas quando se trata de assuntos sérios dá para falar contigo e sempre que precisei de falar, não me deixaste sozinha e acredito que nunca vais deixar, mesmo que por algum motivo estejamos chateadas.

E para aqueles que acham que duas pessoas diferentes não conseguem ter uma verdadeira amizade, ERRO, nós somos a prova disso. Sei que isso uma vez só fez com que uma das nossas discussões nos levasse ao afastamento, mas foi isso que talvez nos voltou a juntar, porque não mudámos no espaço de tempo em que tivemos sem falar, praticamente.

Sempre que precisares, vou estar do teu lado e em caso de emergência, ou seja, se eu não estiver, puxa-me os cabelos, grita-me aos ouvidos, que é algo que eu odeio que me façam. Vou estar aqui do teu lado para te dizer onde erraste e apoiar-te sempre. E quando jurares estar sozinha, lembra-te que eu existo e que não te vou deixar.

E com os nossos abraços, qualquer dia acho que vou parar ao hospital, não é? Ainda haveremos de conseguir dar um como deve de ser…

«Tu corres em mim não posso negar, mais forte que um rio, mais fundo que o mar», amo-te Inês alexandra, muito mas muito pouco

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

VERÃOO

sentir o sol a bater na cara, a areia nos pés e o cheiro do mar... sim, vou pedir que voltes

domingo, 27 de setembro de 2009

...

Há algo que me impede de dizer o que realmente sinto, algo que me impede de viver o que realmente quero... Deveria ter aproveitado melhor a segunda oportunidade, mas houve algo que me impediu de o fazer.

volta

"Perdes o que tanto dizias ser o teu sonho e aprendes a viver com o inesperado", disse. Mas .. desta vez não quero que seja assim, eu não te queria perder...

sábado, 19 de setembro de 2009

Porque é que o problema volta sempre? DESAPARECE DE UMA VEZ!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

meu verão, meu verão de 2009




odeio ter saudades,
odeio despedidas,
odeio dizer adeus,
odeio partidas...
vais obrigar-me a viver isto tudo?

domingo, 6 de setembro de 2009

"há quem procure, nós temos"



Epá, achas que me esqueço de como tudo começou? Naquilo que se tornou? O que passamos, o que fazíamos juntas, o que dizíamos uma à outra? Achas que é possível esquecer o motivo que nos separou? Aquilo que nos derrubou? Aquilo que eu considerava tão grande e tão forte, o que eu não queria perder algum dia...E os telefonemas? As horas a falar? As enormes conversas? As grandes gargalhadas impossíveis de parar? Os desabafos? A amizade que criamos, com todas as diferenças, que muitos querem ter igual?

Eu sei que este nível baixo, que passamos agora, custou... Mas isto é só mais uma razão que nos une, é só mais uma razão para lutar por aquilo que construímos.

Já me pediste desculpa por tudo o que disseste, mas será que eu também tenho que pedir? Eu talvez não fui a mais correcta e ajudei a piorar. Desculpa por isso, «love you muto muto».

As saudades que já tinha de falar contigo, e contar-te tudo... "soube mesmo aos velhos

tempos".

«O destino une e separa pessoas. Mas nenhuma força é tão grande, para fazer esquecer pessoas, que por algum motivo um dia nos fizeram felizes»

Estás de volta? :$ Então fica, não me deixes nunca mais ...

sábado, 5 de setembro de 2009


Aquilo que um dia foi a razão de nos afastarmos,
hoje é a razão de estarmos unidas para tudo.
Faz-me acreditar que algo pode durar para toda a vida.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

a maior das saudades, jafc


Só lá vão 2 dias de distância e eu já choro tanto por não te ter perto de mim. Eu que na última noite dei o litro para ver-te sorrir, já que estavas tão deprimido por me ir embora, agora quem está mal sou eu.

Obrigada pela camisola, vou guardá-la e cuidar bem dela, disso podes ter a certeza :$ Em tão pouco tempo, conseguimo-nos dar logo tão bem. Obrigada pelas parvoíces, pelos abraços, pelas tentativas de ataques de cócegas, pelas vezes que me aturaste a rir feita parva, por seres quem és e por te teres tornado algo tão grande.

Eu vou me ter que habituar... Talvez mais tarde já vou cagar pa isto, mas por enquanto custa. 2, 3, 4, 5 dias vão passar e eu cada vez mais vou-me aperceber que só te volto a ver daqui a 1 ano. Podia ser pior, isto podia ser para sempre, mas não. Mas até lá, vou ter muitas saudades dos teus olhos verdes, de te armares em convencido, de te rires de mim, de me dizeres «ai coitadinha», de me chamares «cláudiazinha», como ninguém chamava para além da minha prima de 3 anos.

E mais uma vez, isto vai ter que passar, as lágrimas vão ter que cair, as aulas vão ter que acabar e espero o verão de 2010.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

iap

I miss you

destino ...

«acredito que tudo acontece por uma razão», será?

quinta-feira, 30 de julho de 2009

IAP




A verdade é que depois de termos juntado tudo, encaixar peça a peça, criarmos a nossa amizade, sem nos apercebermos chegamos a uma das melhores. Não éramos iguais, somos bem diferentes, não tínhamos 1000 coisas em comum, são raras as que são comuns entre nós. Apesar disso, nós dávamo-nos muito bem e conseguimos sempre manter aquilo que nunca pensamos ter.
Tornaste-te tanto, minha inês. Vales muito mais que o teu tamanho (esta é para te provocar, mas confessa, foi fofinha :$), és big big big cá dentro, minha pequena. Sabes que sempre que precisares, sempre que não tiveres aquilo que queres, eu vou estar aqui para te ajudar naquilo que puder.
Só em 20 minutos (como tu disseste), aquilo que tanto gostávamos conseguiu ir ao fundo. Em poucos segundos, desiludimo-nos uma à outra, com, talvez, o menor numero de palavras possível para magoar alguém e mandar algo tão grande abaixo. Sempre soube que a vida prega-nos partidas, trás-nos surpresas, mas não estava à espera desta (of course).
Promete-me que vamos recuperar tudo, e sem nos apercebermos (again) vamos voltar a ser tudo o que éramos.
Amo-te BIG BIG nêsh piqui (L)

anenac èrdna

Dizem que és estupido, que és infantil, que só fizeste porcaria, que eras um grande otário... Todos que cá entraram, a quem me queixei do que eu passei por ti, todos te criticavam, mas nenhum te superou. Um fez o mesmo e o outro fez pior. Tu ao menos fazias-me sorrir com as tuas parvoices. AMIGÃO, saudades anenac èrdna.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

v


Às vezes, por momentos da nossa vida, ela própria, nos leva a pensar que rir só as crianças é que o conseguem fazer, com a maior das vontades e na pura da verdade.

...

Estar onde estiveste, ouvir o que ouves, lembrar aquilo que me faz lembrar em ti, esquecer o que nunca conseguirei esquecer vindo de ti, respirar o que tu respiras, viver aquilo que vives, beber aquilo que tu tanto gostas de beber, comer aquilo que comeste, ver aquilo que tu viste... Cada vez menor se torna a vontade de sentir aquilo que tu sentes.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

J.A.

«Isso de "chorar faz-me bem" lembrou-me aquilo que a minha stora de inglês me disse, aquilo de rir muito ou chorar muito, e por outro lado, faz-me lembrar-me a ideia que eu sempre tive de que não podemos escolher o que nos acontece, mas podemos escolher o que fazer perante o que nos acontece», joão as tuas palavras já cá faziam falta.

escolha

«Chorar não dá em nada», não muda o que me rodeia, mas muda o que sinto e para melhor. Às vezes, chorar, leva-nos à solução do problema.
Agora faz a tua escolha: ou te ris muito ou chora até fazeres um lago.

história resumida

Usamos sempre a sala para descrever um problema. A sala é o problema, de certa forma... Por mais voltas que dês, não consegues sair dele - a sala é o mesmo. MAS, de alguma maneira conseguiste entrar no problema, de alguma maneira entraste na sala, tem que haver saída por mais invisível que isso seja às vezes. Agora, mudando de "maneiras de descrição" para a minha história recente. É horrível, tentares e não conseguires e parecer que vai tudo acabar. EU, que sempre tive contra as dietas, contra as pancadas dos modelos terem que ser esqueléticos, contra as meninas que iam a correr para a casa de banho provocar o vómito... É claro que eu não fiz com que isto acontecesse, não fiz de propósito, mas a verdade é que eu fiquei como fiquei. Eu já pensava: "Será que o meu estômago já não aceita comida?". É horrível, sentires saudade de dizer "TENHO FOME!", e teres saudades de sentir a tua barriga a fazer barulho e ires à cozinha comer tudo o que vires. Eu senti algo que muitos não sentem... Medo de morrer. No momento era um problema sem saída, agora, olho para trás, e vejo que consegui sair dele e que era fácil!

Eu sei que não durou muito, e ainda bem que foi assim... Mas, não deixou de ser uma página da minha vida.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

e se eu cair?


Não sei o que tenho e tenho medo do que seja...
Tenho medo de cair ... De me magoar, e não conseguir levantar...
E se eu chegar mesmo a cair?
Quem me vai agarrar?

...


«Quantas cores vês no arco-íris?»














Fotografia de Paulo Alfar

sexta-feira, 10 de julho de 2009

nicola, encontros perfeitos

Um dia largamos tudo e fugimos juntos, um dia juntamos as escovas de dentes, um dia ainda faço 300 km para estar contigo.
Hoje é o dia,
mas um dia nunca mais digo "um dia".

segunda-feira, 6 de julho de 2009

como é?





«Bem me quer; Mal me quer»

caminho que sonho vir a seguir

Detesto quando levanto a cabeça e só vejo um caminho a seguir e por mais que tente, não consigo segui-lo.
Não consigo levantar-me definitivamente, sem olhar nem pensar no passado e caminhar para um futuro sabendo que poderá ser melhor.
Não sei porque é que às vezes insisto tanto em ficar agarrada ao passado, por mais que me magoe, por mais profunda que seja a ferida, insisto sempre em não deixá-la sarar.
Um caminho que se torna impossivel de seguir graças à minha teimosia.

saudades

Não me obrigues a explicar como e o porquê, partiste e deixaste apenas a saudade. Já não te vejo, já não te falo, já não oiço falar de ti ... Mas quando me lembro que existes, lembro-me também que tenho sempre a saudade comigo das gargalhadas que me fazias dar, das lágrimas que eu limpei pela existência da tua estupidez, porque vinhas sempre com as tuas macacadas.
Eu sei que passei muito mal mesmo, mas tu fazias-me rir. Se nunca tivesses passado de um amigo, eu agora sentia a tua falta mais do que nunca, porque só tinha razões para isso, mas ao pensar bem naquilo que me fizeste não sei se mereces tanto assim.
Muitas vezes preciso de ti para me rir,
era aí que tu entravas como um amigo sem dares conta disso.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

futuro


O futuro é uma surpresa.

domingo, 28 de junho de 2009

só sei que é verão, minha gente

Quando oiço a palavra "Verão" só sinto o cheiro do mar da praia, só sinto a saudade das férias. Verão, é férias, é divertimento, é praia, é piscina, é bronze. Verão é para quem o sabe aproveitar com os bons amigos e com as paixões. Verão é ficar mais livre, e saber bem ter o cabelo ao vento. Verão é saltar para dentro de água sem medo e nadar até doer os braços. Verão é para aproveitar, verão é para viver melhor. VERÃO É SENTIR O CALOR.

sábado, 13 de junho de 2009

segue em frente


Olha nós, com aquelas frases tantas vezes ditas da boca para fora: "estás acima de tudo e de todos", "quero-te para sempre" ou"vai ser até ao fim”. Até ao fim? Para sempre? Acima de tudo? Não.

Por vezes parecia ser uma pura verdade, mas não. Se fosse assim, não tinha acontecido isto. Não teríamos ficado tanto tempo sem falar, tanto tempo sem pensar "e se tentássemos outra vez?". Ambas sabemos que não dá para mais.

Começar do zero é para as pessoas estúpidas, porque começar do zero é sinónimo de começar de novo, começar sem nada para construir novamente, de uma maneira perfeita e melhor. Mas... Desde quando isso é assim? Desde quando é que começamos sem nada? A vida não apaga o passado para as pessoas que têm medo de o recordar. A vida dá-nos a oportunidade de, se alguma vez na vida quisermos, relembrar o passado. A vida não parou e voltou atrás para corrigir os erros. Não vai parar nunca.

A vida é uma corrida. A vida só tem um sentido, o seu sentido.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

muito mais


Se apagar algo que escrevo para ti eu não consigo ... Emagina então, se algum dia, por algum motivo, eu te querer apagar da minha vida, aí não vou ser capaz. Vales muito mais que aquilo que pensas, muito mais que aquilo que demonstro que vales, muito mais que as quantas vezes que digo que te amo.
Para mim não conta o tempo, mas sim o que aconteceu nesse tempo que para alguns é tão importante saber quanto foi.

terça-feira, 9 de junho de 2009

NÃO LUTO POR ISTO!

A vida surpreende-nos a todos, mas somos nós que mandamos nela. Somos nós que cometemos os erros e deles vêm as grandes consequências. Dessas consequências, aprendemos a dizer o significado de vida. Tu fizeste parte dela, agora ... já não te quero a meu lado. Ultimamente, nunca cá estiveste. Continuaste a viver o teu Mundo, continuaste a sonhar. Perdeste tempo, muitas vezes, sem parares, pensares e perguntares "Como é que estás?". Continuaste a ignorar-me e agora quem se fartou fui eu. Eu não vou atrás de ti. Não vou lutar por isto.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

sem nome

Eu já percebi, que nada pode ser como nós queremos e mesmo que pudesse ser, ía dar tudo ao mesmo - alguma vez a vida tinha que nos lixar e fazer com que nos afoguemos num poço, sem fim. Mas já não se aguenta ser sempre a mesma história. Às vezes podia mudar e virar tudo de pernas para o ar. De maneira a que fossemos todos iguais, tudo feliz e quem quisesse ser invisível QUE FOSSE. Quem quisesse morrer QUE MORRESSE. Quem quisesse dinheiro QUE O GANHASSE, sem esforço. Quem quisesse droga QUE A ENGULISSE, até morrer sem magoar os outros. Quem tivesse vícios, que os conseguisse largar sem baixar a cabeça, por mais colados que estejam a eles. E que tudo aquilo que queremos alcançar, o conseguíssemos facilmente. Já não se aguenta, sempre o mesmo... Sempre a mesma moral, sempre os mesmos problemas. Que dilema!

perdi-me em tanta coisa

Não sei para onde me virar. Viro-me para todos os lados e não vejo nenhuma porta aberta, nem uma. Não encontro nenhuma chave para as abrir e não tenho força para as arrombar. Elas não abrem... mas eu também não consigo abri-las. Não vejo solução ou então a solução não me deixa que a veja. E depois, aparecem os obstáculos... uns atrás dos outros! E eu não consigo saltar de forma a passar por cima de todos eles. Caiu, magoou-me, levanto-me e caiu outra vez.
Há dias em que tudo isto não existe, não há obstáculos, não há quedas, não há portas nem paredes que me proibirão de andar para todos os lados que me apetecer. Mas lá aparece as chatas de novo. E eu que não as vejo, vou sempre em direcção a elas... Parece que são invisíveis. E depois? Olha, fui-me.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

as folhas foram caíndo, até que ...


Era tudo muito bonito, muita “perfeição” a mais, mas tudo isso foi a chão e alguém o destruiu. Eu ou tu, ou nós as duas. Não consigo por a nossa amizade de pé de novo, nada vai ser como era, eu sei que não dá mais para isso. Eu estou cheia! Cheia das tuas atitudes, cheia de me deixares sozinha e nem te aperceberes disso. É sempre os mesmos textos, a dizer obrigada por tudo, obrigada por cada momento e por cada sorriso, e ENFIM.. Sempre as mesmas palavras, sempre o mesmo assunto, desta vez mudou. Mesmo tentando, mesmo estando unidas não vamos recuperar aquilo que perdemos. Já passou, já não volta, já não é o que foi.

Por meses pensei que eras a pessoa que me fazia mais feliz, mas já me apercebi que não. Desde quando as discussões deixaram de ser porque gostava muito de ti, mas sim porque não podia mais com as tuas atitudes, a partir desse momento já não valia mais a pena.

Não eu não estou a cima de tudo, não não me ias defender quando eu precisasse, não não eras como alguns que não me aceitaram, não eu não te odeio, mas não sei dá para mais.

Aquilo que me dizes a mim, é só a mim – não és capaz de mostrar aos outros aquilo que és na verdade, e a razão que tens às vezes, e ficas calada. Ninguém te mandou ficar calada e não viveres aquilo que é para viver, se continuares sempre a fazer o que os outros querem de ti, então … não sei. Eu sou ingénua, mas e tu?

Eu ajudei-te, eu tentei … mas já não tenho forças para ajudar mais, já não sei como hei de reagir, já não sei que fazer.

Agora já não temos os nossos bons momentos nos intervalos a rir sem parar, agora só pensamos nos outros e é só neles que falamos. Só és verdadeiramente tu, quando estamos apenas nós – “não tens que ter vergonha daquilo que tens” – então? Para quem tanta razão tinha, tanta razão a perdeu.

A culpa não é só tua, tu sabes que NÃO É.

Mas … as folhas já caíram da árvore, não as vês no chão? Acho que não vale a pena tentarmos apanhá-las, elas não voltam à árvore.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

dia da mãe

Não tive tempo de escrever isto mais cedo, mas interessa que o esteja a escrever.
Conheces-me desde o dia 20/02/19.. . Tiveste do meu lado quando eu dei os primeiros passos da minha vida, sempre me amaste, sempre corrigiste os meus erros ... 
És uma mãe super preocupada, muito mãe "galinha", chateia um bocado, por vezes ... Mas bastante gente gostava de ter uma mãe como tu. 
Sofreste para me teres, e eu às vezes não sei dar o valor a isso. Fazes tudo por mim, e eu esqueço-me que te devo a vida. 
Discutimos, mas é porque nos amamos - mãe e filha. 
És mais que uma mãe, és uma amiga, és uma irmã, és uma prima, és uma familia inteira, és tudo!

domingo, 3 de maio de 2009

sim, a gente já sabe como é

Discussões que nos mostram o fim das amizades, mas aquelas discussões fortes e que nem é preciso relembrar “é desta que acaba”. Discussões daquelas que apagam as pessoas não da nossa vida, mas do plano para o nosso sonho de futuro. Mas sem aviso, é como a morte que se fecha a nossos olhos. Não há como voltar atrás, nunca deu, nunca vai dar. Não é a boa tecnologia avançada que vai fazer com que isso se altere… Porque isso só faz com que nós aprendamos com os erros. E agora vem as três palavras arrepiantes e deprimentes, fáceis de dizer, e ditas por muitos: “é a vida”.

sábado, 25 de abril de 2009

JPA

Eu sou bem lamechas, por isso não vou escrever isto à trombalazana e a despachar.

Sei bem que para tudo há um fim: um fim para todas as pessoas, para a vida, para uma relação, para cada amizade. Quero que a nossa amizade, como poucas, só termine quando morrermos, quero que dure até lá, porque acho que se tudo isto que construímos acabasse, não sei o que seria de mim, não seria a mesma coisa sem ti a meu lado. É claro que continuaria a viver, mas ia sentir falta da tua presença diária na minha vida, das nossas conversas, das milhentas coisas que temos em comum, dos "gosto muito de ti", do teu apoio, de me sentir especial porque desabafas comigo, de te ouvir tocar, de te ouvir cantar e ainda, de cantar para ti.
Acho que me colei a ti da pior maneira possível. Acho que se te apagasses agora, eu desesperava e estou a falar bem asério.
Gosto tanto de ti, tanto que tu nem imaginas. Gosto tanto que, quando estou mal, me digas: "agora abraçava-te", fazes-me sentir bem e confortavel quando dizes isso.
Não há um único dia em que eu não me lembre de ti. Sempre que eu falo de ti a alguém, eu tenho um orgulho imenso por seres o que és para mim. Não há uma única vez em que eu fale de ti a alguém e não diga "o meu melhor amigo (...)".
As pessoas que te conhecem sabem bem o tesouro que têm com elas, e se não sabem é porque não são realistas, não olham a sua volta e não dão valor aquilo que têm com elas. Eu tenho a noção do que vales. 
Estou aqui para tudo o que precisares, sabes bem disso.
Aprendo contigo, e aprendi a viver de ti. Não me quero desligar de ti, nunca. Obrigada por tudo.
Amo-te

quarta-feira, 15 de abril de 2009

chegas lá seguindo-o

o sonho tem como adjectivo 'o que supera'. porque quem sonha, chega mais alto. 
o sonho tem como objectivo realiza-lo. porque o sonho é algo que queremos bastante, sonhamos ter, e davamos tudo por isso.
 o sonho faz-nos o futuro e faz esquecer o passado. o sonho é algo bastante grande, capaz de ser diferente e perfeito. 
o sonho é deixar algo que amamos para chegar a algo que amamos ainda mais.
o sonho comanda a vida.

sonhar

Sonhos são fantasias que por vezes não passam disso. Sonhos são fantasias que queremos que seja a realidade, algo que queremos bastante, algo que não há maneira de, por vezes, a ter e então só resta sonhar, fantasiar. 
Todos temos os nossos grandes e pequenos sonhos. Todos sonhamos um dia poder a vir a ter algo que ninguém tem.
Sonhar é ter imaginação para chegar mais alto que ninguém, chegar onde ninguém chega, viver o que ninguém vive, ter o que ninguém tem.

Algo único e fantástico, é poder sonhar.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

um amigo diferente.


Eras uma criança, dizia sempre que as tuas brincadeiras era muito estupidas, mas nunca dei a importância real. Nunca pensei o quanto bem elas me faziam. Lembro-me de chorar e tu começares a imitar um bebé e eu ria-me. Sim, não deixa de ser parvo, mas fazias-me rir, fazias-me bem. Sempre dei importância a outras coisas em ti, que outras pessoas não davam e nunca reparei no essencial: o quanto feliz me fazias ficar.
Lembro-me tão bem do meu primeiro dia de aulas, eu era nova na turma e foste o primeiro dos rapazes a meter-se comigo.
Aula de "Oficina da palavra"- Tu a puxares a cadeira e dizes: " Vou-me sentar ali ao pé da coleguinha nova"; E eu de mau humor como estava por me receberem mal na turma disse logo arrugantemente: "O quê?!"; E tu: "Nada! Até se assustou", e começaste a rir.
Hoje até TU te ris disso, e nem TU te esqueceste disso. Lembro-me bem que comentaste isto na aula de Formação Cívica. Fico feliz por não te esqueceres disso. No tempo em que gostei de ti, lembrava-me daquilo como se fosse algo .. nem eu própria sei explicar. Era algo que eu pensava naquilo e sorria, não sei bem porquê. Mas antes de gostar de ti, nunca pensei muito nisso.
Hoje lembro-me de cada momento que passei mal por ti. Fizeste-me passar coisas horríveis.. E nunca te vi como um amigo, porque não me apoiaste como tal.
Este ano, foi diferente.. Começei o ano com uma vergonha imensa de falar contigo, fiquei muito tempo sem te ver: as férias de verão inteiras. Até que tivemos mesmo que ficar um ao pé do outro e .. CLARO que foste tu a meteres-te comigo (mais uma vez).
Escadas da escola:
Tu: Estás a olhar para onde? - com aquele teu sorrisinho de reguila, de quem está a dizer porcaria mas que é só a brincar. Eu toda envergonhada sorri, nem respondi.
Este ano nem mexeu muito comigo. Senti grande diferença contigo, passaste de um autentico mulherengo a um rapaz super querido. Também me lembro de estares comigo na sala de jogos da escola e abraçares-me e dizeres "Pronto, coitadinha". Eu senti-me mesmo bem, senti-me confortável. Sempre quis estar nos teus braços (no tempo em que gostava de ti, e muito foi), mas aquilo foi mesmo abraço amigo e eu adorei, mesmo.
És um amigo, mas diferente. És um amigo a tua maneira. Mesmo com as tuas piadas parvas, mesmo com as tuas tolices, mesmo com as tuas parvoices idiotas, tu consegues sempre marcar e deixar um sorriso em alguém. MESMO QUANDO GOZAVAS COMIGO, bah!
Já não te vejo à bastante tempo, e tenho saudades tuas. Peço que voltes para mim, mais uma vez porque preciso dos teus poderes mágicos, aqueles que me fazem sempre rir. Preciso da tua presença, mas desta vez como um amigo e não como "aquele que me magoou e que eu gosto", porque isso já passou.
Volta meu amigo, volta. (L)