sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Odeio sentir-me perdida, por mais que queira encontrar o caminho da razão, não o encontro. Será que sou eu que não vejo um palmo à frente? Será que sou ingénua? Será que dou demasiada importância aos problemas? Tenho tudo para viver e não o vivo? Tenho a solução à minha frente e não a vejo? Odeio recordar-me daquilo que passei, detesto ver-te todos os dias da semana, odeio passar por ti, odeio pisar o mesmo chão que tu, odeio sentir-te, odeio ver-te, odeio receber mensagens tuas e odeio ouvir falar de ti. Não sei porque, mas odeio-te... Já nem respirar o ar que tu respiras, consigo. Habituei-me que não posso nem amiga tua ser... e assim vai ser, até ao final do fim, até ao sempre que nunca acaba. De ti, quero distância, DE TI, não quero nada e um ponto final. A vida continua, e há que lutar pela felicidade.
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