Podes achar que tenho poucas coisas para te agradecer ou retribuir, eu acho que não… Demorava horas a agradecer-te por muita coisa, mas para ser mais fácil e resumido: obrigada por esta amizade. Quero aturar muitas vezes as grandes palhaçadas que fazes, como aquelas do «CATARINAAAA!» e começares a correr em câmara lenta no meio da sala da Cati. Gosto muito de fingir que te estou a ignorar no meio da rua, quando falas comigo e que digas 1000 vezes «opa, ouve-meee». És das pessoas que me faz rir mais, é uma das razões pela qual te tornas especial, és uma palhacinha, mas quando se trata de assuntos sérios dá para falar contigo e sempre que precisei de falar, não me deixaste sozinha e acredito que nunca vais deixar, mesmo que por algum motivo estejamos chateadas.
E para aqueles que acham que duas pessoas diferentes não conseguem ter uma verdadeira amizade, ERRO, nós somos a prova disso. Sei que isso uma vez só fez com que uma das nossas discussões nos levasse ao afastamento, mas foi isso que talvez nos voltou a juntar, porque não mudámos no espaço de tempo em que tivemos sem falar, praticamente.
Sempre que precisares, vou estar do teu lado e em caso de emergência, ou seja, se eu não estiver, puxa-me os cabelos, grita-me aos ouvidos, que é algo que eu odeio que me façam. Vou estar aqui do teu lado para te dizer onde erraste e apoiar-te sempre. E quando jurares estar sozinha, lembra-te que eu existo e que não te vou deixar.
E com os nossos abraços, qualquer dia acho que vou parar ao hospital, não é? Ainda haveremos de conseguir dar um como deve de ser…
«Tu corres em mim não posso negar, mais forte que um rio, mais fundo que o mar», amo-te Inês alexandra, muito mas muito pouco
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