quinta-feira, 30 de julho de 2009

IAP




A verdade é que depois de termos juntado tudo, encaixar peça a peça, criarmos a nossa amizade, sem nos apercebermos chegamos a uma das melhores. Não éramos iguais, somos bem diferentes, não tínhamos 1000 coisas em comum, são raras as que são comuns entre nós. Apesar disso, nós dávamo-nos muito bem e conseguimos sempre manter aquilo que nunca pensamos ter.
Tornaste-te tanto, minha inês. Vales muito mais que o teu tamanho (esta é para te provocar, mas confessa, foi fofinha :$), és big big big cá dentro, minha pequena. Sabes que sempre que precisares, sempre que não tiveres aquilo que queres, eu vou estar aqui para te ajudar naquilo que puder.
Só em 20 minutos (como tu disseste), aquilo que tanto gostávamos conseguiu ir ao fundo. Em poucos segundos, desiludimo-nos uma à outra, com, talvez, o menor numero de palavras possível para magoar alguém e mandar algo tão grande abaixo. Sempre soube que a vida prega-nos partidas, trás-nos surpresas, mas não estava à espera desta (of course).
Promete-me que vamos recuperar tudo, e sem nos apercebermos (again) vamos voltar a ser tudo o que éramos.
Amo-te BIG BIG nêsh piqui (L)

anenac èrdna

Dizem que és estupido, que és infantil, que só fizeste porcaria, que eras um grande otário... Todos que cá entraram, a quem me queixei do que eu passei por ti, todos te criticavam, mas nenhum te superou. Um fez o mesmo e o outro fez pior. Tu ao menos fazias-me sorrir com as tuas parvoices. AMIGÃO, saudades anenac èrdna.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

v


Às vezes, por momentos da nossa vida, ela própria, nos leva a pensar que rir só as crianças é que o conseguem fazer, com a maior das vontades e na pura da verdade.

...

Estar onde estiveste, ouvir o que ouves, lembrar aquilo que me faz lembrar em ti, esquecer o que nunca conseguirei esquecer vindo de ti, respirar o que tu respiras, viver aquilo que vives, beber aquilo que tu tanto gostas de beber, comer aquilo que comeste, ver aquilo que tu viste... Cada vez menor se torna a vontade de sentir aquilo que tu sentes.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

J.A.

«Isso de "chorar faz-me bem" lembrou-me aquilo que a minha stora de inglês me disse, aquilo de rir muito ou chorar muito, e por outro lado, faz-me lembrar-me a ideia que eu sempre tive de que não podemos escolher o que nos acontece, mas podemos escolher o que fazer perante o que nos acontece», joão as tuas palavras já cá faziam falta.

escolha

«Chorar não dá em nada», não muda o que me rodeia, mas muda o que sinto e para melhor. Às vezes, chorar, leva-nos à solução do problema.
Agora faz a tua escolha: ou te ris muito ou chora até fazeres um lago.

história resumida

Usamos sempre a sala para descrever um problema. A sala é o problema, de certa forma... Por mais voltas que dês, não consegues sair dele - a sala é o mesmo. MAS, de alguma maneira conseguiste entrar no problema, de alguma maneira entraste na sala, tem que haver saída por mais invisível que isso seja às vezes. Agora, mudando de "maneiras de descrição" para a minha história recente. É horrível, tentares e não conseguires e parecer que vai tudo acabar. EU, que sempre tive contra as dietas, contra as pancadas dos modelos terem que ser esqueléticos, contra as meninas que iam a correr para a casa de banho provocar o vómito... É claro que eu não fiz com que isto acontecesse, não fiz de propósito, mas a verdade é que eu fiquei como fiquei. Eu já pensava: "Será que o meu estômago já não aceita comida?". É horrível, sentires saudade de dizer "TENHO FOME!", e teres saudades de sentir a tua barriga a fazer barulho e ires à cozinha comer tudo o que vires. Eu senti algo que muitos não sentem... Medo de morrer. No momento era um problema sem saída, agora, olho para trás, e vejo que consegui sair dele e que era fácil!

Eu sei que não durou muito, e ainda bem que foi assim... Mas, não deixou de ser uma página da minha vida.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

e se eu cair?


Não sei o que tenho e tenho medo do que seja...
Tenho medo de cair ... De me magoar, e não conseguir levantar...
E se eu chegar mesmo a cair?
Quem me vai agarrar?

...


«Quantas cores vês no arco-íris?»














Fotografia de Paulo Alfar

sexta-feira, 10 de julho de 2009

nicola, encontros perfeitos

Um dia largamos tudo e fugimos juntos, um dia juntamos as escovas de dentes, um dia ainda faço 300 km para estar contigo.
Hoje é o dia,
mas um dia nunca mais digo "um dia".

segunda-feira, 6 de julho de 2009

como é?





«Bem me quer; Mal me quer»

caminho que sonho vir a seguir

Detesto quando levanto a cabeça e só vejo um caminho a seguir e por mais que tente, não consigo segui-lo.
Não consigo levantar-me definitivamente, sem olhar nem pensar no passado e caminhar para um futuro sabendo que poderá ser melhor.
Não sei porque é que às vezes insisto tanto em ficar agarrada ao passado, por mais que me magoe, por mais profunda que seja a ferida, insisto sempre em não deixá-la sarar.
Um caminho que se torna impossivel de seguir graças à minha teimosia.

saudades

Não me obrigues a explicar como e o porquê, partiste e deixaste apenas a saudade. Já não te vejo, já não te falo, já não oiço falar de ti ... Mas quando me lembro que existes, lembro-me também que tenho sempre a saudade comigo das gargalhadas que me fazias dar, das lágrimas que eu limpei pela existência da tua estupidez, porque vinhas sempre com as tuas macacadas.
Eu sei que passei muito mal mesmo, mas tu fazias-me rir. Se nunca tivesses passado de um amigo, eu agora sentia a tua falta mais do que nunca, porque só tinha razões para isso, mas ao pensar bem naquilo que me fizeste não sei se mereces tanto assim.
Muitas vezes preciso de ti para me rir,
era aí que tu entravas como um amigo sem dares conta disso.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

futuro


O futuro é uma surpresa.