quinta-feira, 21 de maio de 2009
sem nome
perdi-me em tanta coisa
quinta-feira, 14 de maio de 2009
as folhas foram caíndo, até que ...

Era tudo muito bonito, muita “perfeição” a mais, mas tudo isso foi a chão e alguém o destruiu. Eu ou tu, ou nós as duas. Não consigo por a nossa amizade de pé de novo, nada vai ser como era, eu sei que não dá mais para isso. Eu estou cheia! Cheia das tuas atitudes, cheia de me deixares sozinha e nem te aperceberes disso. É sempre os mesmos textos, a dizer obrigada por tudo, obrigada por cada momento e por cada sorriso, e ENFIM.. Sempre as mesmas palavras, sempre o mesmo assunto, desta vez mudou. Mesmo tentando, mesmo estando unidas não vamos recuperar aquilo que perdemos. Já passou, já não volta, já não é o que foi.
Por meses pensei que eras a pessoa que me fazia mais feliz, mas já me apercebi que não. Desde quando as discussões deixaram de ser porque gostava muito de ti, mas sim porque não podia mais com as tuas atitudes, a partir desse momento já não valia mais a pena.
Não eu não estou a cima de tudo, não não me ias defender quando eu precisasse, não não eras como alguns que não me aceitaram, não eu não te odeio, mas não sei dá para mais.
Aquilo que me dizes a mim, é só a mim – não és capaz de mostrar aos outros aquilo que és na verdade, e a razão que tens às vezes, e ficas calada. Ninguém te mandou ficar calada e não viveres aquilo que é para viver, se continuares sempre a fazer o que os outros querem de ti, então … não sei. Eu sou ingénua, mas e tu?
Eu ajudei-te, eu tentei … mas já não tenho forças para ajudar mais, já não sei como hei de reagir, já não sei que fazer.
Agora já não temos os nossos bons momentos nos intervalos a rir sem parar, agora só pensamos nos outros e é só neles que falamos. Só és verdadeiramente tu, quando estamos apenas nós – “não tens que ter vergonha daquilo que tens” – então? Para quem tanta razão tinha, tanta razão a perdeu.
A culpa não é só tua, tu sabes que NÃO É.
Mas … as folhas já caíram da árvore, não as vês no chão? Acho que não vale a pena tentarmos apanhá-las, elas não voltam à árvore.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
dia da mãe
domingo, 3 de maio de 2009
sim, a gente já sabe como é
Discussões que nos mostram o fim das amizades, mas aquelas discussões fortes e que nem é preciso relembrar “é desta que acaba”. Discussões daquelas que apagam as pessoas não da nossa vida, mas do plano para o nosso sonho de futuro. Mas sem aviso, é como a morte que se fecha a nossos olhos. Não há como voltar atrás, nunca deu, nunca vai dar. Não é a boa tecnologia avançada que vai fazer com que isso se altere… Porque isso só faz com que nós aprendamos com os erros. E agora vem as três palavras arrepiantes e deprimentes, fáceis de dizer, e ditas por muitos: “é a vida”.