sábado, 25 de abril de 2009
JPA
quarta-feira, 15 de abril de 2009
chegas lá seguindo-o
o sonho tem como objectivo realiza-lo. porque o sonho é algo que queremos bastante, sonhamos ter, e davamos tudo por isso.
o sonho faz-nos o futuro e faz esquecer o passado. o sonho é algo bastante grande, capaz de ser diferente e perfeito.
o sonho é deixar algo que amamos para chegar a algo que amamos ainda mais.
o sonho comanda a vida.
sonhar
Sonhos são fantasias que por vezes não passam disso. Sonhos são fantasias que queremos que seja a realidade, algo que queremos bastante, algo que não há maneira de, por vezes, a ter e então só resta sonhar, fantasiar.
Todos temos os nossos grandes e pequenos sonhos. Todos sonhamos um dia poder a vir a ter algo que ninguém tem.
Sonhar é ter imaginação para chegar mais alto que ninguém, chegar onde ninguém chega, viver o que ninguém vive, ter o que ninguém tem.
Algo único e fantástico, é poder sonhar.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
um amigo diferente.

Eras uma criança, dizia sempre que as tuas brincadeiras era muito estupidas, mas nunca dei a importância real. Nunca pensei o quanto bem elas me faziam. Lembro-me de chorar e tu começares a imitar um bebé e eu ria-me. Sim, não deixa de ser parvo, mas fazias-me rir, fazias-me bem. Sempre dei importância a outras coisas em ti, que outras pessoas não davam e nunca reparei no essencial: o quanto feliz me fazias ficar.
sábado, 4 de abril de 2009
Duas das razões porque vivo.

sexta-feira, 3 de abril de 2009
Prefiro que seja diferente de mim e verdadeiro

quinta-feira, 2 de abril de 2009
sente-te, olha-te ao espelho.
um último adeus
Falares dos outros, critica-los e agora és igual a eles.
Fizeste-me sentir confortável, fizeste-me pensar que ia ser diferente desta vez, que nada nem ninguém me ia magoar, mesmo que não acontecesse aquilo que eu queria: ouvir-te dizer que eras só meu.
Foste meu amigo, eu contentava-me com isso, sentia-me tão bem… Podias ser o tal que eu adorava mesmo muito, podias ser aquele com que eu sonhava a cada noite, de cada dia, de cada mês… Mas mais uma vez magoaram-me, e foste tu. Tu que tanto criticavas os outros e que agora fizeste o mesmo comigo. Afastaste-te de mim e esqueceste tudo o que tínhamos construído, que me fazia tão feliz.
Tenho medo de deixar de te ver … Mesmo que por algum motivo nos continuemos a cruzar, mesmo que ocupemos a mesma sala, mesmo que troquemos um olhar, nada disto vai fazer voltar aquilo que para mim era precioso.
Irrita-me dizerem “esquece-o, não te merece” ou “parte para outra”, não são estas palavras, que tornam a repetir vezes sem conta, que faz com que isso tudo que tanto dizem aconteça.
Tenho medo que deixe de te ver, e que te encontre por aí. Tenho medo que no último dia, o dia do adeus, que não te despeças de mim, que te vás embora com um adeus oculto ou que nem se quer te lembres de mim.
Talvez relembrando o “passado”, que nem sei porque é que eu assim o chamo porque foi à tão pouco tempo, tu não sintas falta ou não sintas a mesma diferença que eu sinto, uma coisa enorme que aperta e me magoa sempre que revejo as nossas conversas, as nossas brincadeiras, ou quando me lembro dos nossos abraços e quanto me chamavas de “amor”.
Podia ser apenas uma amizade, para mim era algo que eu amava e agarrava com todas as minhas forças, e que apesar de a ter não tinha nenhumas esperanças que algum dia pudesse a vir namorar contigo ou que viesses a vir gostar de mim tal como eu sempre gostei desde os primeiros dias em que começaste a deixar de ser um simples “conhecido”. Pelos vistos não agarrei com todas as minhas forças ou então agarrei de mais ou, ainda, foste tu que desmanchaste tudo e nem te apercebeste. Queria apenas ouvir da tua boca o porquê disto tudo, se poderemos voltar aquilo que éramos, a uma amizade que por ela eu dava tudo.
É difícil escrever isto, há sempre uma lágrima de saudade que me escorre pelo rosto. Há sempre algo que fica por dizer, há sempre algo que fica por perceber, há sempre aquela saudade quando relembramos aquilo que desapareceu e que queríamos que estivesse presente mais tempo.
Gostava de te esquecer num segundo, que te apagasses e que te escondesses, que te fosses embora e eu não me importasse, que te fosses embora e que nem uma lágrima ficasse.
Fizeste-me sonhar com uma amizade que acabou e nem me deste a entender o porquê deste final profundo.
Mesmo que eu te deixe de ver, mesmo que a tua ida seja num piscar de olhos, mesmo que falte pouco tempo para isto tudo, abraça-me e até lá não me largues, faz-me voltar ao passado de uma maneira a que eu não sinta o último adeus.