segunda-feira, 6 de julho de 2009

saudades

Não me obrigues a explicar como e o porquê, partiste e deixaste apenas a saudade. Já não te vejo, já não te falo, já não oiço falar de ti ... Mas quando me lembro que existes, lembro-me também que tenho sempre a saudade comigo das gargalhadas que me fazias dar, das lágrimas que eu limpei pela existência da tua estupidez, porque vinhas sempre com as tuas macacadas.
Eu sei que passei muito mal mesmo, mas tu fazias-me rir. Se nunca tivesses passado de um amigo, eu agora sentia a tua falta mais do que nunca, porque só tinha razões para isso, mas ao pensar bem naquilo que me fizeste não sei se mereces tanto assim.
Muitas vezes preciso de ti para me rir,
era aí que tu entravas como um amigo sem dares conta disso.

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